O universo dos motoristas de aplicativo tá prestes a ganhar novas regras. Um Projeto de Lei Complementar (PLP) foi enviado ao Congresso recentemente, e ele promete trazer mudanças pra quem vive rodando pelas ruas com o celular ligado nos apps de transporte. Mas o que tá rolando de fato e como isso pode impactar esse mercado que não para de crescer? Vamos dar uma olhada de perto no que já tá na pista e no que ainda pode vir pela frente.
O PLP chegou ao Congresso em fevereiro de 2025 com um objetivo claro: criar um conjunto de direitos e regras pra quem trabalha como motorista de aplicativo. A ideia é organizar um setor que hoje mistura liberdade pra trabalhar com uma boa dose de incerteza. Por isso, o texto tá sendo analisado em regime de urgência, o que dá aos deputados 45 dias pra votar antes que ele trave outras pautas. Se passar, pode ser um marco pra milhões de profissionais que dependem dessa renda.
Pra entender o tamanho da questão, vale olhar alguns dados. Em São Paulo, motoristas chegam a faturar, em média, R$ 8.571,43 por mês, mas depois de pagar combustível, manutenção e outros custos, sobram R$ 4.319,19 — isso trabalhando cerca de 60 horas por semana. No Rio de Janeiro, o faturamento bruto fica em R$ 7.200, caindo pra R$ 3.304,93 de lucro líquido com 54 horas semanais. Esses números mostram que, apesar do movimento constante, a estrada nem sempre tá tão pavimentada pra quem dirige.
Uma das grandes novidades do projeto é o pagamento mínimo por hora trabalhada. Isso significa que os motoristas teriam uma garantia de renda básica pra cada hora que passam na ativa, com o valor sendo atualizado anualmente com base no salário mínimo. É uma forma de dar mais segurança financeira, especialmente em tempos de gasolina cara ou quando o número de corridas cai.
Outro ponto importante é que as empresas de aplicativo vão precisar abrir o jogo. O PLP quer que elas mostrem direitinho como funcionam as tarifas, quanto fica de comissão e quais são os critérios pra avaliar os motoristas. Hoje, muita gente fica sem entender por que uma corrida rendeu menos ou por que o app deu uma pausa no acesso. Com mais clareza, a relação entre motoristas e plataformas pode ficar menos cheia de curvas.
O projeto também traz benefícios que vão além do dia a dia. Uma das propostas é incluir os motoristas no sistema previdenciário, com contribuições feitas tanto por eles quanto pelas empresas. Isso abre as portas pra aposentadoria, auxílio-doença e até licença-maternidade, no caso das mulheres. Além disso, há um limite de 12 horas de trabalho por dia em cada plataforma, com uma jornada de 8 horas pra garantir o piso mínimo. Tudo isso pensado pra trazer mais proteção e equilíbrio.
O futuro dessa regulamentação tá nas mãos dos parlamentares. Se o texto for aprovado como está, os motoristas podem ganhar um reforço na renda e na segurança. Mas, como em qualquer negociação, existe a chance de mudanças no trajeto, o que pode alterar o resultado final. Enquanto isso, o setor segue movimentando as ruas e a economia, com milhões de usuários e profissionais acompanhando de perto.
Por enquanto, é só esperar pra ver como o Congresso vai direcionar essa história. O PLP tá trazendo à tona temas como renda, proteção e organização de um mercado que já virou parte do dia a dia nas cidades. Seja qual for o destino, uma coisa é certa: as rodas não param de girar, e as mudanças podem estar mais perto do que se imagina.
E pra quem vive nas ruas rodando como motorista de aplicativo, manter o carro em dia é essencial. A Reten-Rol, sua autopeças de confiança, tem tudo que você precisa pra não ficar na mão: rolamentos, pastilhas de freio, amortecedores, retentores e peças de qualidade que aguentam o tranco do dia a dia. Passe lá e garanta a tranquilidade pra seguir na pista!